Desemprego
média do ano
79 dados com fonte para conferir.
Indicadores localizados a partir do repositório público do projeto O Brasil mudou? (nadamudou.com.br) e conferidos na fonte original.
média do ano
Desemprego médio no ano: 9,6% em 2022 e 5,6% em 2025, segundo o IBGE (PNAD Contínua).
Série revisada pelo IBGE em 2026, usada nos dois anos (2019 passou a 11,8%). Queda de 4,0 pontos percentuais. O pico foi 14,0% em 2021.
Em 2018: 12,1%
pessoas empregadas no setor privado
Empregados com carteira assinada no setor privado: 36,1 milhões no fim de 2022 e 39,4 milhões no fim de 2025 (outubro a dezembro), segundo o IBGE.
Mesmo trimestre (outubro a dezembro) nos dois anos, na série revisada da PNAD. Não inclui trabalhadores domésticos nem servidores públicos.
Em 4º tri 2018: 33,6 milhões de pessoas
% das pessoas com 14 anos ou mais
Parcela das pessoas de 14 anos ou mais que estavam trabalhando: 55,9% em 2022 e 59,1% em 2025, segundo o IBGE.
Média do ano; inclui trabalho formal e informal. Em números absolutos, os ocupados passaram de 95,2 milhões para 103,0 milhões.
Em 2018: 55,6%
% de quem está trabalhando
Taxa de informalidade entre os ocupados: 39,5% em 2022 e 38,1% em 2025, segundo o IBGE.
Queda de 1,4 ponto percentual. Ainda perto de 4 em cada 10 pessoas que trabalham estão na informalidade.
Em 2018: 40,9%
saldo de vagas no ano (Caged)
2021 e 2022 tiveram recuperação depois da pandemia.
Saldo de vagas com carteira (contratações menos demissões): 2,01 milhões em 2022 e 1,28 milhão em 2025, segundo o Ministério do Trabalho (Novo Caged).
2021 e 2022 tiveram recuperação depois da pandemia. Na média por ano: 1,31 milhão em 2019–2022 (o método mudou em 2020) e 1,47 milhão em 2023–2025.
Em 2018: 0,55 milhões de vagas
corrigido pela inflação até dez/2025
Em valores de dezembro de 2025, corrigidos pelo INPC, o salário mínimo valia R$ 1.368 em dezembro de 2022 e R$ 1.518 em dezembro de 2025, com dados do IBGE e do DIEESE.
Valores sem correção: R$ 1.212 (2022) e R$ 1.518 (2025). Descontada a inflação, perdeu 1,2% de dez/2018 a dez/2022 e ganhou 11,0% de dez/2022 a dez/2025.
Em dez/2018: R$ 1.385 de dez/2025
cestas básicas de São Paulo
Um salário mínimo comprava 1,53 cesta básica de São Paulo em dezembro de 2022 e 1,79 cesta em dezembro de 2025, pelos preços do DIEESE.
Só a cidade de São Paulo e só alimentos (salário bruto dividido pelo preço da cesta). Ainda abaixo de dezembro de 2018, quando comprava 2,02 cestas.
Em dez/2018: 2,02 cestas
média por mês, em preços de 2025
Renda média mensal por pessoa nos domicílios, em valores de 2025: R$ 1.809 em 2022 e R$ 2.264 em 2025, segundo o IBGE.
Soma todas as rendas (trabalho, aposentadoria, programas sociais). Em 2022 o IBGE usou outra entrevista da pesquisa por causa da pandemia.
Em 2018: R$ 1.879 por mês (preços de 2025)
índice de Gini, de 0 a 1
Índice de Gini da renda por pessoa: 0,517 em 2022 e 0,511 em 2025, segundo o IBGE. Quanto menor, menos desigual.
Diferença de 0,006, dentro da margem de erro da pesquisa. O índice chegou a 0,504 em 2024 e subiu em 2025.
Em 2018: 0,545 índice de 0 a 1
IPCA, alta de preços no ano
Inflação oficial (IPCA): 5,79% em 2022 e 4,26% em 2025, segundo o IBGE.
Em 2021 foi 10,06%. Na média por ano, 6,15% em 2019–2022 e 4,57% em 2023–2025. Juros, dólar e preços internacionais pesam no resultado.
Em 2018: 3,75%
alta de alimentos e bebidas no ano
Alta de preços de alimentos e bebidas no IPCA: 11,64% em 2022 e 2,95% em 2025, segundo o IBGE.
Oscila com clima, safra e dólar: em 2024 foi 7,69%. Só a comida comprada para casa: 13,23% em 2022 e 1,43% em 2025.
Em 2018: 4,04%
variação do preço no ano
Em 2022, corte de ICMS aprovado pelo Congresso.
Variação da energia elétrica residencial no IPCA: queda de 19,01% em 2022 e alta de 12,31% em 2025, segundo o IBGE.
Em 2022 houve corte de ICMS aprovado pelo Congresso (LC 194/2022) e fim da bandeira de escassez hídrica. Na média por ano: +3,0% (2019–2022) e +7,0% (2023–2025).
Em 2018: 8,70% no ano
litro, preço médio em dezembro
Em dez/2022, imposto federal zerado e ICMS limitado.
Litro da gasolina comum: R$ 4,97 em dezembro de 2022 e R$ 6,19 em dezembro de 2025, segundo a ANP.
Em dez/2022 os tributos federais estavam zerados e o ICMS, limitado. Na média do ano: R$ 6,11 (2022) e R$ 6,24 (2025). Descontada a inflação, alta de 8,9% entre os dezembros.
Em dez/2018: R$ 4,37 por litro
litro, preço médio em dezembro
Litro do diesel S10: R$ 6,49 em dezembro de 2022 e R$ 6,07 em dezembro de 2025, segundo a ANP.
Preço sem correção pela inflação. O diesel chegou a R$ 7,57 em julho de 2022. Em 2026 voltou a subir: R$ 6,90 em agosto.
Em dez/2018: R$ 3,60 por litro
13 kg, preço médio em dezembro
Botijão de gás de 13 kg: R$ 109,18 em dezembro de 2022 e R$ 110,22 em dezembro de 2025, segundo a ANP.
Diferença de R$ 1,04 (1%). Descontada a inflação, o botijão ficou 11,7% mais barato. Entre dez/2018 e dez/2022 o preço subiu 57%.
Em dez/2018: R$ 69,35
% da população, linha do Banco Mundial
Pobreza (renda abaixo de R$ 694 por mês por pessoa, em valores de 2024): 31,6% da população em 2022 (66,5 milhões) e 23,1% em 2024 (48,9 milhões), segundo o IBGE.
Linha do Banco Mundial (US$ 6,85 por dia). 2024 é o último ano publicado. A queda é contínua desde o pico de 36,8% em 2021.
Em 2018: 33,4% da população
% da população, linha do Banco Mundial
Extrema pobreza (renda abaixo de R$ 218 por mês por pessoa): 5,9% da população em 2022 (12,3 milhões) e 3,5% em 2024 (7,4 milhões), segundo o IBGE.
Linha do Banco Mundial (US$ 2,15 por dia). 2024 é o último ano publicado pelo IBGE.
Em 2018: 7,4% da população
% da população, moderada ou grave
2020 e 2021 tiveram pandemia; parte é projeção da FAO.
Pela FAO (ONU), 22,1% da população viveu insegurança alimentar moderada ou grave na média de 2020 a 2022, e 9,6% na média de 2023 a 2025.
Médias de três anos, com parte projetada pela FAO; 2020 e 2021 tiveram pandemia. Não comparar com a escala do IBGE, que mede de outro jeito.
média por família, em R$ de dez/2024
Benefício médio por família em dezembro, em valores de dezembro de 2024: R$ 666 em 2022 e R$ 656 em 2025, com dados do MDS.
Diferença de 1,5%. Sem correção: R$ 607,14 (dez/2022, com adicional temporário) e R$ 684,03 (dez/2025). Regras e tamanho das famílias mudaram.
média de dias para conceder benefício
Pedidos parados há mais de 45 dias aumentaram em 2024.
Tempo médio para conceder benefícios do INSS: 85 dias em maio de 2022 e 43 dias em maio de 2024, segundo o TCU.
Mesmo mês nos dois anos; é o dado comparável mais recente. A fila de pedidos parados há mais de 45 dias cresceu de 0,63 milhão (dez/2023) para 0,89 milhão (dez/2024).
anos, ao nascer
Em 2019, antes da covid, era 76,2 anos.
Esperança de vida ao nascer: 75,4 anos em 2022 e 76,6 anos em 2024, segundo o IBGE.
A covid derrubou o indicador para 72,8 anos em 2021; a recuperação começou em 2022. Em 2019 era 76,2 anos. 2024 é o último ano publicado.
mortes de bebês por mil nascidos vivos
Mortes de bebês com menos de 1 ano: 12,4 por mil nascidos vivos em 2022 e 12,3 em 2024, segundo o IBGE.
Diferença pequena. A taxa segue acima da de 2019 (12,1). 2024 é o último ano publicado.
% de cobertura nas crianças
O sistema de registro de vacinas mudou em 2023.
Cobertura da vacina contra a poliomielite: 77,2% em 2022 e 90,7% em 2024, segundo o Ministério da Saúde.
O dado preliminar de 2025 é 86,6%. Em 2019 era 84,2%. O sistema de registro de vacinas mudou em 2023. A tríplice viral foi de 80,7% para 96,0%.
pessoas atendidas no ano
Pessoas atendidas no ano pelo Farmácia Popular: 20,7 milhões em 2022 e 27,3 milhões em 2025, segundo o Ministério da Saúde.
O programa passou a incluir absorventes em 2024 e ficou totalmente gratuito em 2025, o que amplia o público atendido.
equipes pagas pelo governo federal
Equipes de Saúde da Família com dinheiro federal: 48.606 em dezembro de 2022 e 54.724 em dezembro de 2025, segundo o Ministério da Saúde.
Equipe financiada não é o mesmo que consulta garantida. Conta só as equipes cofinanciadas pelo ministério.
média por ano, corrigido até dez/2024
Gasto do governo federal com saúde, em valores de dezembro de 2024: média de R$ 213,4 bilhões por ano em 2019–2022 e de R$ 232,7 bilhões em 2023–2024, segundo o Tesouro.
A média de 2019–2022 inclui gastos extras da pandemia. Em 2022 foram R$ 193,5 bi; em 2024, R$ 247,7 bi. Os dados vão só até 2024.
Em 2018: R$ 191,9 bilhões de dez/2024
1º ao 5º ano, nota 0 a 10
Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental, escolas públicas e privadas: 5,8 em 2021 e 6,3 em 2025, segundo o Inep.
O Ideb sai a cada dois anos; o de 2021 foi afetado pela pandemia (em 2019 era 5,9). As escolas são de prefeituras e estados.
Em 2017: 5,8 nota de 0 a 10
nota 0 a 10, públicas e privadas
Ideb do ensino médio, escolas públicas e privadas: 4,2 em 2021 e 4,5 em 2025, segundo o Inep.
Em 2019 também era 4,2. O de 2021 foi afetado pela pandemia. O ensino médio é, em geral, rede estadual.
Em 2017: 3,8 nota de 0 a 10
% com nível adequado no fim do médio
Em 2019, 6,9%; a prova de 2021 teve menos participantes.
Estudantes da rede pública com aprendizagem adequada em Matemática no fim do ensino médio: 5,0% em 2021 e 8,5% em 2025, pelo Saeb (Inep), em cálculo do Todos Pela Educação.
Em 2019 eram 6,9%; a prova de 2021 teve menos participantes. Mesmo em 2025, menos de 1 em cada 10 alunos chega a esse nível.
Em 2017: 4,0%
% das crianças de 0 a 3 anos
Crianças de 0 a 3 anos que frequentam creche: 37,2% em 2022 e 43,3% em 2025, pela PNAD (IBGE), em cálculo do Todos Pela Educação.
Alta de 6,1 pontos percentuais em três anos, contra 1,6 ponto entre 2018 e 2022 (sem dados de 2020 e 2021). Creche é responsabilidade das prefeituras.
Em 2018: 35,6%
% que deixa a escola, ensino médio
Taxa de abandono no ensino médio: 5,7% em 2022 e 2,2% em 2025, pelo Censo Escolar (Inep).
Mede quem deixa a escola durante o ano letivo. As regras de aprovação mudaram na pandemia (2,3% em 2020). O Pé-de-Meia começou em 2024.
Em 2018: 6,1%
média por ano, corrigido até dez/2024
Gasto do governo federal com educação, em valores de dezembro de 2024: média de R$ 188,1 bilhões por ano em 2019–2022 e de R$ 237,7 bilhões em 2023–2024, segundo o Tesouro.
Parte da alta vem do aumento escalonado do dinheiro da União para o Fundeb, aprovado pelo Congresso em 2020 (EC 108). Dados só até 2024.
Em 2018: R$ 186,6 bilhões de dez/2024
matrículas de graduação, rede federal
Ingressantes e formados aumentaram no mesmo período.
Matrículas de graduação na rede federal: 1.344.835 em 2022 e 1.317.548 em 2024, segundo o Censo da Educação Superior (Inep).
2024 é o último ano publicado. No mesmo período, ingressantes (322 mil para 345 mil) e formados (143 mil para 157 mil) aumentaram.
Em 2018: 1.324.984 matrículas
Capes, por mês, sem correção
Bolsa de mestrado da Capes no país: R$ 1.500 por mês em 2022 e R$ 2.100 em 2025, segundo portarias da Capes.
O valor estava parado desde 2013 e foi reajustado em fevereiro de 2023. Descontada a inflação (IPCA), ainda é 3,5% menor que em dezembro de 2018.
Em 2018: R$ 1.500 por mês
FNDCT, sem reembolso, sem correção
Recursos não reembolsáveis usados pelo FNDCT, principal fundo federal de ciência: R$ 2,78 bilhões em 2022 e R$ 7,33 bilhões em 2025, segundo os relatórios do fundo.
Valores sem correção (o IPCA somou 14,3% no período). Em 2022, R$ 1,75 bilhão do orçamento do fundo ficou em reserva e não pôde ser usado.
% do PIB, governos e empresas
Gasto nacional em pesquisa e desenvolvimento: 1,19% do PIB em 2022 e 1,23% em 2024, segundo o MCTI.
Soma governos e empresas. A parte dos governos subiu de 0,53% para 0,62% do PIB; a das empresas caiu de 0,66% para 0,61%. 2024 é o último ano publicado.
Em 2018: 1,15% do PIB
por 100 mil habitantes, no ano
Mortes violentas intencionais (homicídios, latrocínios e mortes por polícia, entre outras): 22,7 por 100 mil habitantes em 2022 e 19,1 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A queda vem desde 2018 (27,9). Segurança pública é tarefa principal dos estados. São registros policiais; parte das mortes pode não entrar como homicídio.
Em 2018: 27,9 por 100 mil habitantes
mortes no ano, em serviço ou de folga
Mortes decorrentes de intervenção de policiais civis e militares, em serviço ou de folga: 6.455 em 2022 e 6.602 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A maior parte envolve polícias estaduais, comandadas pelos governadores. O número não separa ações legais de ilegais.
Em 2018: 6.175 mortes
ocorrências registradas no ano
Roubos de celular registrados pela polícia: 492.905 em 2022 e 308.723 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
São registros, não o total real. Os furtos (sem violência) ficaram estáveis: 490.771 em 2022 e 483.561 em 2025.
Em 2018: 560.585 ocorrências
registros de estelionato no ano
Estelionatos registrados pela polícia: 1.816.438 em 2022 e 2.261.055 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Inclui golpes digitais e reflete também a facilidade de registrar ocorrência pela internet. A alta foi maior entre 2018 e 2022 (de 426.799 para 1,8 milhão).
Em 2018: 426.799 registros
operações de polícia judiciária no ano
Operações de polícia judiciária deflagradas pela Polícia Federal: 11.217 em 2022 e 12.921 em 2023, segundo o relatório de gestão do Ministério da Justiça.
Só há 2023 na mesma série publicada. Mais operações indicam mais atividade, não provam menos crime ou menos corrupção.
% dos inquéritos da Polícia Federal
Autor identificado ou sem crime; não é condenação.
Índice de solução de inquéritos da Polícia Federal: 82,5% em 2022 e 84,7% em 2024, segundo o relatório de gestão do Ministério da Justiça.
Conta como solucionado o inquérito com autor identificado ou em que não houve crime. Não é taxa de condenação.
domicílios, no ano
Déficit habitacional: 6,22 milhões de domicílios em 2022 e 5,98 milhões em 2023, segundo a Fundação João Pinheiro.
2023 é o último ano validado. Inclui moradia precária, famílias dividindo a casa e aluguel que pesa demais no orçamento; não é o número de casas a construir.
Em 2018: 5,97 milhões de domicílios
% dos domicílios
Domicílios alugados: 21,0% do total em 2022 e 23,8% em 2025, segundo o IBGE (PNAD Contínua).
A alta vem desde antes (19,0% em 2018). Morar de aluguel não significa, por si só, falta de moradia.
Em 2018: 19,0% dos domicílios
% dos domicílios
Domicílios com esgoto ligado à rede geral (direto ou por fossa ligada à rede): 69,3% em 2022 e 71,4% em 2025, segundo o IBGE.
É o que os moradores declaram; não informa se o esgoto é tratado. Em 2019 eram 68,1%. O serviço é de prefeituras, estados e concessionárias.
% da população, SNIS e SINISA
O sistema e a base de cálculo mudaram em 2023.
Pelos sistemas oficiais do saneamento, a cobertura de esgoto foi de 56,0% em 2022 (SNIS) e de 62,3% em 2024 (SINISA), mas os dois números não podem ser comparados.
O sistema e a base de cálculo mudaram em 2023. Refeito com a base antiga pelo Trata Brasil, 2024 fica em 56,7%. Para comparar, use a linha da PNAD.
km² por ano, de agosto a julho
Desmatamento na Amazônia Legal medido pelo Inpe (Prodes): 11.594 km² em 2022 e 5.731 km² em 2025.
O ano do Prodes vai de agosto a julho (2022 = ago/2021 a jul/2022). Na média por ano: 11.403 km² em 2019–2022 e 7.104 km² em 2023–2025.
Em 2018: 7.536 km² por ano
km² por ano, de agosto a julho
Média anual: 8.360 km² (2019–2022) e 8.807 km² (2023–2025).
Vegetação nativa derrubada no Cerrado (Prodes/Inpe): 10.689 km² em 2022 e 7.235 km² em 2025.
Na média por ano, foi maior no período atual: 8.807 km² (2023–2025) contra 8.360 km² (2019–2022). O pico foi 11.012 km² entre ago/2022 e jul/2023.
Em 2018: 7.260 km² por ano
hectares por ano, média do período
2024 teve seca extrema; 2025 ficou abaixo de 2019–2022.
Área queimada no Brasil, pelo MapBiomas: média de 17,8 milhões de hectares por ano em 2019–2022 e de 19,7 milhões em 2023–2025.
2024 teve seca extrema e 30,2 milhões de hectares queimados. Em 2025 foram 12,7 milhões, abaixo de todos os anos de 2019–2022. O clima pesa muito.
Em 2018: 11,2 milhões de hectares
média por ano, corrigido até dez/2024
Não inclui o Fundo Amazônia, que usa doações.
Gasto do governo federal com proteção ambiental, em valores de dezembro de 2024: média de R$ 4,59 bilhões por ano em 2019–2022 e de R$ 3,31 bilhões em 2023–2024, segundo o Tesouro.
Dados só até 2024. Não inclui o Fundo Amazônia, que usa doações geridas pelo BNDES. Em 2022 foram R$ 3,58 bi; em 2024, R$ 3,51 bi.
Em 2018: R$ 5,63 bilhões de dez/2024
liberado no ano, corrigido até dez/2025
Dinheiro liberado pelo Fundo Amazônia para projetos, em valores corrigidos: R$ 104 milhões em 2022 e R$ 387 milhões em 2025, segundo o BNDES.
O fundo usa doações estrangeiras. Entre 2019 e 2022 nenhum projeto novo foi aprovado; o dinheiro liberado era de projetos antigos.
Em 2018: R$ 282 milhões (corrigidos até dez/2025)
% ao ano, média de cada governo
1º período inclui a pandemia: queda de 3,3% em 2020.
O PIB cresceu em média 1,4% ao ano em 2019–2022 e 3,0% ao ano em 2023–2025, segundo o IBGE.
O primeiro período inclui a pandemia (queda de 3,3% em 2020) e a recuperação de 2021. Taxa média composta, calculada com os índices do IBGE.
crescimento no último ano completo
Em 2023 e 2024, o PIB cresceu 3,2% e 3,4%.
O PIB cresceu 3,0% em 2022 e 2,3% em 2025, segundo o IBGE.
Em 2023 e 2024 o crescimento foi de 3,2% e 3,4%. No 1º semestre de 2026, 1,9% sobre o mesmo período de 2025.
Em 2018: 1,8%
% do PIB em máquinas e construções
Investimento em máquinas, equipamentos e construções: 17,8% do PIB em 2022 e 16,8% em 2025, segundo o IBGE.
Soma investimento privado e público. Na média por ano, 16,9% (2019–2022) e 16,7% (2023–2025).
Em 2018: 15,1% do PIB
% do PIB, governo geral
Dívida bruta do governo geral: 71,7% do PIB em dezembro de 2022 e 78,6% em dezembro de 2025, segundo o Banco Central.
Em agosto de 2026 estava em 82,9%. Em 2020, na pandemia, chegou a 86,9%. Os juros pesam: veja a linha de gasto com juros.
Em dez/2018: 75,3% do PIB
% do PIB, sem juros; negativo é déficit
Em 2022, receitas extras de dividendos e petróleo.
Resultado primário do setor público (positivo é sobra, negativo é falta): +1,25% do PIB em 2022 e −0,43% em 2025, segundo o Banco Central.
2022 teve receitas extras de dividendos e petróleo; em 2023 foram pagos R$ 92,4 bi de precatórios adiados. Na média por ano: −2,03% (2019–2022) e −1,04% (2023–2025).
Em 2018: −1,55% do PIB
% do PIB, juros da dívida no ano
Juros nominais pagos pelo setor público: 5,82% do PIB em 2022 e 7,91% em 2025, segundo o Banco Central.
Depende da Selic, definida pelo Banco Central, e do tamanho da dívida. Nos 12 meses até julho de 2026, 8,68% do PIB.
Em 2018: 5,41% do PIB
% ao ano, no fim do ano
Meta da taxa Selic: 13,75% ao ano no fim de 2022 e 15,00% no fim de 2025, segundo o Banco Central.
Quem decide é o Copom, do Banco Central, com autonomia por lei desde 2021. Desde 17 de setembro de 2026, a Selic está em 13,75%.
Em dez/2018: 6,50% ao ano
% do PIB, União, estados e municípios
Carga tributária bruta do governo geral: 31,2% do PIB em 2022 e 32,4% em 2025, segundo estimativa do Tesouro Nacional.
Inclui impostos estaduais e municipais. A isenção de IR até R$ 5 mil começou em 2026 e não aparece nesses dados. A Receita Federal tem cálculo próprio.
Em 2018: 30,4% do PIB
agricultura familiar, sem correção
Crédito do Pronaf contratado no ano: R$ 49,8 bilhões em 2022 e R$ 66,1 bilhões em 2025, segundo o Banco Central (Sicor).
Valores sem correção; descontado o IPCA, a alta é de cerca de 16%. Contratos: 1,45 milhão (2022) e 2,04 milhões (2025). Crédito é empréstimo, não gasto público.
Em 2018: R$ 24,6 bilhões (sem correção)
agricultores que venderam ao programa
Agricultores familiares que venderam comida ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA): 18,9 mil em 2022 e 64,8 mil em 2025, segundo o MDS.
Em 2024 foram 82,6 mil; houve queda em 2025. Pagamentos sem correção: R$ 90 milhões (2022) e R$ 531 milhões (2025).
Em 2018: 53,6 mil agricultores
toneladas no ano
Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas: 263,2 milhões de toneladas em 2022 e 346,1 milhões em 2025, segundo o IBGE (LSPA).
Clima, preços e decisões dos produtores pesam mais que o governo. Houve queda em 2024 (292,7 milhões).
Em 2018: 226,5 milhões de toneladas
média por ano, corrigido até dez/2024
Gasto do governo federal com transportes, em valores de dezembro de 2024: média de R$ 11,5 bilhões por ano em 2019–2022 e de R$ 21,9 bilhões em 2023–2024, segundo o Tesouro.
Dados só até 2024. Gasto não é obra concluída. Ainda abaixo do início da década de 2010 (R$ 46,1 bi em 2010).
Em 2018: R$ 20,4 bilhões de dez/2024
% da extensão: regular, ruim ou péssimo
Trechos de rodovias avaliados como regular, ruim ou péssimo pela CNT: 66,0% em 2022 e 62,1% em 2025.
Inclui estradas federais e estaduais, concedidas ou não. O método mudou em 2020/2021, por isso não comparamos com 2018. A CNT é entidade do setor de transporte.
% dos domicílios que usam internet
Domicílios em que se usa internet: 91,6% em 2022 e 95,0% em 2025, segundo o IBGE.
O avanço foi mais rápido entre 2018 e 2022 (+11,1 pontos) do que entre 2022 e 2025 (+3,4 pontos). Não mede a qualidade da conexão.
Em 2018: 80,5%
% das casas rurais com sinal
Domicílios rurais onde a rede de celular funciona: 69,5% em 2022 e 68,0% em 2025, segundo o IBGE.
Diferença de 1,5 ponto percentual, em pesquisa por amostra. Na área urbana, subiu de 95,2% para 96,1%.
Em 2018: 69,2%
vítimas registradas no ano
Lei de 2024 tornou o crime autônomo; pode ampliar registros.
Feminicídios registrados pela polícia: 1.455 em 2022 e 1.571 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A alta vem desde 2018 (1.229). Lei de 2024 tornou o feminicídio crime autônomo, o que pode ampliar o registro. São registros, sujeitos a subnotificação.
Em 2018: 1.229 vítimas
vítimas no ano, com feminicídios
Homicídios de mulheres, incluindo feminicídios: 3.934 em 2022 e 3.539 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Registros policiais, diferentes dos dados do SUS. Os feminicídios já estão dentro deste total; não somar.
Em 2018: 4.340 vítimas
registros no ano, inclusive de vulnerável
Mais registro pode significar mais denúncia.
Estupros e estupros de vulnerável registrados pela polícia: 78.887 em 2022 e 84.388 em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
De 86% a 93% das vítimas são mulheres e meninas. A subnotificação é alta: mais registro pode significar mais denúncia. Em 2024 foram 88.843.
Em 2018: 67.211 registros
média do ano
Desemprego das mulheres: média de 11,8% em 2022 e de 6,9% em 2025, segundo o IBGE.
Continua acima do desemprego dos homens (4,6% em 2025). Série revisada pelo IBGE em 2026, usada nos dois anos.
Em 2018: 14,2%
do trabalho, por mês, preços de 2026
Rendimento médio do trabalho das mulheres, corrigido pela inflação: R$ 2.847 no fim de 2022 e R$ 3.241 no fim de 2025 (outubro a dezembro), segundo o IBGE.
Valores corrigidos pelo IBGE para preços de 2026. A renda delas ainda é 21% menor que a dos homens (R$ 4.109 no fim de 2025).
Em 4º tri 2018: R$ 2.860 por mês
terras no período de cada governo
Terras indígenas homologadas por decreto: nenhuma de 2019 a 2022 e 20 de 2023 a 2025, segundo o Instituto Socioambiental.
Períodos de 4 e 3 anos. Homologar não garante proteção. O Cimi aponta que é o menor número entre os três mandatos de Lula.
vítimas registradas pelo Cimi no ano
Assassinatos de indígenas registrados pelo Cimi: 180 em 2022 e 258 em 2025.
Números de relatórios anuais diferentes do Cimi, que reúne dados do SUS, da Sesai e dos estados. Em 2024 foram 211.
casos de invasão e dano, no ano
Casos de invasão, exploração ilegal e danos ao patrimônio em terras indígenas registrados pelo Cimi: 309 em 2022 e 210 em 2025.
Relatórios anuais diferentes do Cimi; a contagem não é um censo. Em 2025, os casos atingiram ao menos 151 terras indígenas.
equipes pagas pelo governo federal
Equipes de Saúde da Família Ribeirinha com dinheiro federal: 199 em 2022 e 319 em 2025, segundo o Ministério da Saúde.
Financiamento não garante atendimento contínuo. As unidades de saúde fluviais (barcos) cofinanciadas passaram de 37 para 68.
causas evitáveis, por mil nascidos vivos
Mortes de bebês indígenas por causas evitáveis: 19,10 por mil nascidos vivos em 2022 e 18,56 em 2024, segundo o Ministério da Saúde.
O dado preliminar de 2025, até setembro, é 22,25, o mais alto desde 2022. A taxa oscila muito de um ano para outro.
bens vendidos no ano, sem correção
Exportações de bens: US$ 334,1 bilhões em 2022 e US$ 348,3 bilhões em 2025, segundo o MDIC.
Valores em dólar, sem correção, que dependem dos preços de soja, petróleo e minério. A alta foi de 44% entre 2018 e 2022 e de 4% entre 2022 e 2025.
Em 2018: US$ 231,9 bilhões
% do PIB, investimento direto no ano
Investimento direto estrangeiro no país: 3,87% do PIB em 2022 e 3,73% em 2025, segundo o Banco Central.
Em dólares: US$ 75,5 bilhões (2022) e US$ 85,0 bilhões (2025). Inclui compra de empresas e empréstimos entre matriz e filial.
Em 2018: 4,08% do PIB
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Gasto com Bolsa Família
% do PIB, somando o Auxílio Brasil
Entenda o número
Despesa federal com Bolsa Família e Auxílio Brasil: 1,12% do PIB em 2022 e 1,24% em 2025, segundo o Ipea.
Gasto maior não mede, sozinho, resultado. O pico foi 1,52% em 2023. Em 2022 o benefício de R$ 600 valeu só de agosto a dezembro. Não inclui o Auxílio Emergencial.
Em 2018: 0,42% do PIB